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por Vladimir Megre Livro II da Série “Os Cedros Ressoantes da Rússia”
Uma solução mundial, uma bênção para a Humanidade, uma nova visão que abre caminhos.
PREFÁCIO DA EDITORA Começo por agradecer a chuva divina de ajuda que estou a receber das pessoas que leram o primeiro livro: “Anastasia”. Este segundo livro da série “Os Cedros Ressoantes da Rússia” tem o mesmo título que a série completa, e só existe porque assim o quiseram essas pessoas que já ficaram inspiradas pelas mensagens inovadoras e assombrosas de Anastasia, e que tiveram a coragem de pré-pagar este segundo livro para que pudesse ser editado. Ainda estamos no início deste projecto, mas este livro já supera o anterior em qualidade de escrita, limpeza de texto e fluidez narrativa, não só resultante da aprendizagem que o autor faz como escritor à medida que avança com esta obra, mas também devido a contribuição de Gabriela Cunha. Ela é a nossa tradutora secundária, que ofereceu a sua ajuda após de ter lido o primeiro livro, Anastasia. Este livro revela como esta obra se materializou, desnudando as dificuldades pelas quais o autor passou, chegando ao fundo do poço e a um passo do suicídio. Sinto-me profundamente identificada com o percurso de Vladimir Megre, já que na minha vida também arrisquei tudo por uma causa valiosa… (a minha história encontra-se no livro que escrevi “Ria Agora”). Neste momento, nós, na Editora Joanne Gribler, estamos a viver ainda num desafio colossal para que esta obra chegue a si. O que faz com que esta obra se diferencie de tudo o que já li antes, é a sua forma de nos fazer esticar os horizontes. Graças às informações que Anastasia nos revela, versando temas como a relação intrínseca entre o homem e as plantas, a essência de Deus em termos científicos, os relatos históricos e o seu verdadeiro significado, o leitor consegue perceber novos conceitos e formas de conceber todo o que o universo contém. A sabedoria desta série é facilmente digerida, já que todos os mistérios e segredos da humanidade são revelados de uma forma simples e directa, sem recorrer a enfeites que acabariam por distrair e desorientar o leitor. No capítulo “Ginjeirinha” encontra-se um relato que tocou o meu coração de tal forma, que me inspirou a considerar as árvores da minha quinta como verdadeiros seres conscientes. Comecei a ter uma relação íntima com a minha ameixoeira! Olhei para ela toda enfeitada de lindas flores brancas e atrevi-me a pedir-lhe um desejo: “Ameixoeira, estas tão bonita, pareces uma noiva. Quem me dera ser eu uma noiva. Será que tu consegues fazer este milagre por mim?” Após um ano casei-me! Senti que tinha sido ela, que esta árvore comunicava comigo. Quando engravidei falei de novo para a minha ameixoeira: “Ora, vamos ver quem dá o seu fruto primeiro este ano?” Ao longo da gravidez vi como ela me acompanhava. À medida que o meu ventre enchia, os seus frutos cresciam também. Quando chegou a altura de dar à luz olhei para os seus frutos e reparei que ainda não estavam bem maduros. “Ganhei a aposta!”, disse eu, mas estava enganada. O meu filho decidiu nascer duas semanas mais tarde e, enquanto eu estava a trazer o meu filho a este mundo, debaixo da minha ameixoeira (o meu filho nasceu em casa, com parto natural), avistei uma ameixa dourada como o sol e prontinha para comer. Peguei na fruta e desatei a rir, tinha sido um empate. A fruta da ameixoeira foi nesse ano mais doce e gostosa do que nunca. A ameixoeira alimentava-me e eu enchia-me de leite doce e gostoso para nutrir o meu filho. Esta obra influencia quem a lê duma forma muito benéfica. Um terapeuta contactou- nos e contou-nos que ele oferece estes livros aos seus pacientes. Diz ele que muitos sentem um grande alívio e ficam até curados mais depressa com a leitura destes livros. Acredito que as palavras de Anastasia chegam no momento certo, quando mais precisamos delas, para apaziguar a humanidade nestes tempos turbulentos, para que todos possamos sentir a paz e tranquilidade eu desejamos e saber que, na realidade, enquanto exista o céu e a terra, o ar, a água e as plantas, tudo está bem e a abundância está à nossa espera. A terra e o universo vibram, em antecipação do momento em que a humanidade inteira, com as mãos cheias de sementes, decida co-criar esse paraíso de onde viemos e aonde ainda podemos retornar. Esta obra não apoia ou rejeita qualquer religião. O uso da palavra “Deus” foi a opção que o autor deu a Anastasia para nomear a essência divina. Estes livros são para todos, para toda a humanidade, para nos unificar com um propósito que é, e sempre foi, de todos: viver com alegria, saúde, abundância, prazer, num verdadeiro jardim do Éden. Ficamos motivados e tornamo-nos pró-activos com as palavras de Anastasia. Sentimos vontade de fazer algo para contribuir para uma mudança colectiva de consciência. De nada nos serve lamentar-nos sobre as coisas que não estão como as desejaríamos. Se tal aconteceu desta forma até agora, foi pela falta de conhecimento do nosso poder individual. Anastasia revela-nos quem realmente somos e do que somos capazes e como um simples pensamento positivo pode afectar a imensidão do cosmos. Neste segundo livro, especificamente, ela faz um apelo à contribuição de toda a humanidade. Ficarão surpreendidos pela facilidade em fazer com que a nossa situação mude de rumo. Seja bem-vindo a esta maravilhosa aventura! Após a leitura talvez sinta vontade de entrar em acção, ou talvez fique simplesmente entusiasmado com a proposta que Anastasia nos faz. É até possível que não fique para já interessado nesta mensagem e abandone a leitura pela metade. Seja como for, saiba que tudo à sua volta está a mudar, e que existe uma onda de optimismo e vontade de renascer que o/a irá influenciar de forma benéfica. Por isso, este momento, aquele que vem a seguir, e ainda o seguinte, são momentos para celebrar. Estamos em festa! Joanne Gribler
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